Afinal, parece que o Presidente da República (figura número um do Estado) se esqueceu de comunicar ao Presidente da Assembleia da República ("apenas" a segunda figura do Estado) que pretendia iniciar o processo de destituição dessa mesma Assembleia da República e de demissão do Governo...
Estou cada vez mais tentado a começar a "esquecer-me" de votar e de pagar impostos nesta República das Bananas, onde a impunidade e incompetência alastram por todos os lados...
Publicado por NunoP em dezembro 3, 2004 03:24 PM | TrackBackGrande ideia Nuno! Vou esquecer-me também!
Ah! E para esta república ser das bananas ... só faltam mesmo as bananas porque "me estão chamando de macaco ..."
O DEMOCRATE EXCELENTÍSSIMO de quem o PR se esquceu - aventuras nos Açores:
Expresso/Revista (carta nãopublicada,naturalm)
“AÇORES, ABRIL E DEMOCRACIA”
“Ainda se sente senhor dos Açores? – Nunca me senti senhor dos Açores”*
De presidente da AR a último romântico do 25 de Abril, um retrato público da segunda figura do Estado, naturalmente com relevância para as suas funções públicas, tal é a imagem proporcionada pela revista do Expresso* (27Mar04). Trinta anos depois do golpe militar que levou à instauração da democracia, vão assentando as figuras de marca do novo regime, entre as quais o mais antigo deputado da Nação, presidente da AR trinta anos após.
Não pode separar-se a condição humana e a personalidade de cada um dos seus comportamentos públicos, ainda e mesmo que no desempenho de actividades no governo democrático da sociedade. Razão de algum modo bastante para compreendermos alguma atitudes, alguns comportamentos. Como o de um determinado dia numa das ilhas dos Açores.
Quando no decorrer de uma visita do presidente da republica ao arquipélago no inicio da década de oitenta, o então presidente do governo regional não resistiu a manifestar a sua personalidade íntima perante o primeiro magistrado da Nação. Pelas oito horas da manhã e uma hora antes de uma missa incluída no programa oficial, irrompe no palácio de residência presidencial o responsável pelo governo local. O ajudante de campo, com aquela deformação profissional oriunda da disciplina e educação militares, não queria crer no que começou por ouvir e de seguida por ver.
Um jovem governante local, subindo desabridamente as escadas e com impropérios em voz alta, dando azo à sua indignidade perante o presidente da jovem republica democrática portuguesa. Exactamente o primeiro magistrado da Nação, que no final do dia anterior e após as cerimónias oficiais, ousara ter tido um encontro com um cidadão local das suas relações e que constaria do grupo de pessoas das ilhas não gratas do governante do arquipélago. Excitado e colérico pelo sucedido na noite anterior, talvez atingido na sua dignidade e autoridade locais com a forma de proceder do seu ilustre visitante, assim se iniciou esse dia de exercício do poder democrático. Pesem as palavras de apelo à calma da primeira dama ali presente e a impassibilidade de outros presentes, o senhor das ilhas assim iniciava esse novo dia do programa de estadia.
Contado por quem o viveu, um testemunho breve sobre a natureza humana e algumas das suas manifestações entre as elites politicas. Quanto ao ajudante de campo que o testemunhou, acabou pouco depois por acompanhar os dois ilustres políticos no automóvel que os transportou à capela para uma missa pública. Chegados ao templo, foram os dois participar no acto religioso na capela como dois bons cristãos.
Quanto ao ajudante de campo que mo contou, ainda que antigo crente religioso, e pese a sua condição militar, escusou-se nesse dia e circunstâncias a pedir dispensa da presença nesse acto oficial, na missa, tendo optado por permanecer no exterior e afastado de tão augustas personalidades. Assim se manteve durante o ofício religioso, na contemplação da natureza da ilha e de igual modo da natureza democrática dos governantes do novo regime. Até hoje e graças a Deus.
JB Barroca Monteiro
Lisboa, 10Abr04
O DEMOCRATE EXCELENTÍSSIMO de quem o PR se esquceu - aventuras nos Açores:
Expresso/Revista (carta nãopublicada,naturalm)
“AÇORES, ABRIL E DEMOCRACIA”
“Ainda se sente senhor dos Açores? – Nunca me senti senhor dos Açores”*
De presidente da AR a último romântico do 25 de Abril, um retrato público da segunda figura do Estado, naturalmente com relevância para as suas funções públicas, tal é a imagem proporcionada pela revista do Expresso* (27Mar04). Trinta anos depois do golpe militar que levou à instauração da democracia, vão assentando as figuras de marca do novo regime, entre as quais o mais antigo deputado da Nação, presidente da AR trinta anos após.
Não pode separar-se a condição humana e a personalidade de cada um dos seus comportamentos públicos, ainda e mesmo que no desempenho de actividades no governo democrático da sociedade. Razão de algum modo bastante para compreendermos alguma atitudes, alguns comportamentos. Como o de um determinado dia numa das ilhas dos Açores.
Quando no decorrer de uma visita do presidente da republica ao arquipélago no inicio da década de oitenta, o então presidente do governo regional não resistiu a manifestar a sua personalidade íntima perante o primeiro magistrado da Nação. Pelas oito horas da manhã e uma hora antes de uma missa incluída no programa oficial, irrompe no palácio de residência presidencial o responsável pelo governo local. O ajudante de campo, com aquela deformação profissional oriunda da disciplina e educação militares, não queria crer no que começou por ouvir e de seguida por ver.
Um jovem governante local, subindo desabridamente as escadas e com impropérios em voz alta, dando azo à sua indignidade perante o presidente da jovem republica democrática portuguesa. Exactamente o primeiro magistrado da Nação, que no final do dia anterior e após as cerimónias oficiais, ousara ter tido um encontro com um cidadão local das suas relações e que constaria do grupo de pessoas das ilhas não gratas do governante do arquipélago. Excitado e colérico pelo sucedido na noite anterior, talvez atingido na sua dignidade e autoridade locais com a forma de proceder do seu ilustre visitante, assim se iniciou esse dia de exercício do poder democrático. Pesem as palavras de apelo à calma da primeira dama ali presente e a impassibilidade de outros presentes, o senhor das ilhas assim iniciava esse novo dia do programa de estadia.
Contado por quem o viveu, um testemunho breve sobre a natureza humana e algumas das suas manifestações entre as elites politicas. Quanto ao ajudante de campo que o testemunhou, acabou pouco depois por acompanhar os dois ilustres políticos no automóvel que os transportou à capela para uma missa pública. Chegados ao templo, foram os dois participar no acto religioso na capela como dois bons cristãos.
Quanto ao ajudante de campo que mo contou, ainda que antigo crente religioso, e pese a sua condição militar, escusou-se nesse dia e circunstâncias a pedir dispensa da presença nesse acto oficial, na missa, tendo optado por permanecer no exterior e afastado de tão augustas personalidades. Assim se manteve durante o ofício religioso, na contemplação da natureza da ilha e de igual modo da natureza democrática dos governantes do novo regime. Até hoje e graças a Deus.
JB Barroca Monteiro
Lisboa, 10Abr04
O DEMOCRATE EXCELENTÍSSIMO de quem o PR se esquceu - aventuras nos Açores:
Expresso/Revista (carta nãopublicada,naturalm)
“AÇORES, ABRIL E DEMOCRACIA”
“Ainda se sente senhor dos Açores? – Nunca me senti senhor dos Açores”*
De presidente da AR a último romântico do 25 de Abril, um retrato público da segunda figura do Estado, naturalmente com relevância para as suas funções públicas, tal é a imagem proporcionada pela revista do Expresso* (27Mar04). Trinta anos depois do golpe militar que levou à instauração da democracia, vão assentando as figuras de marca do novo regime, entre as quais o mais antigo deputado da Nação, presidente da AR trinta anos após.
Não pode separar-se a condição humana e a personalidade de cada um dos seus comportamentos públicos, ainda e mesmo que no desempenho de actividades no governo democrático da sociedade. Razão de algum modo bastante para compreendermos alguma atitudes, alguns comportamentos. Como o de um determinado dia numa das ilhas dos Açores.
Quando no decorrer de uma visita do presidente da republica ao arquipélago no inicio da década de oitenta, o então presidente do governo regional não resistiu a manifestar a sua personalidade íntima perante o primeiro magistrado da Nação. Pelas oito horas da manhã e uma hora antes de uma missa incluída no programa oficial, irrompe no palácio de residência presidencial o responsável pelo governo local. O ajudante de campo, com aquela deformação profissional oriunda da disciplina e educação militares, não queria crer no que começou por ouvir e de seguida por ver.
Um jovem governante local, subindo desabridamente as escadas e com impropérios em voz alta, dando azo à sua indignidade perante o presidente da jovem republica democrática portuguesa. Exactamente o primeiro magistrado da Nação, que no final do dia anterior e após as cerimónias oficiais, ousara ter tido um encontro com um cidadão local das suas relações e que constaria do grupo de pessoas das ilhas não gratas do governante do arquipélago. Excitado e colérico pelo sucedido na noite anterior, talvez atingido na sua dignidade e autoridade locais com a forma de proceder do seu ilustre visitante, assim se iniciou esse dia de exercício do poder democrático. Pesem as palavras de apelo à calma da primeira dama ali presente e a impassibilidade de outros presentes, o senhor das ilhas assim iniciava esse novo dia do programa de estadia.
Contado por quem o viveu, um testemunho breve sobre a natureza humana e algumas das suas manifestações entre as elites politicas. Quanto ao ajudante de campo que o testemunhou, acabou pouco depois por acompanhar os dois ilustres políticos no automóvel que os transportou à capela para uma missa pública. Chegados ao templo, foram os dois participar no acto religioso na capela como dois bons cristãos.
Quanto ao ajudante de campo que mo contou, ainda que antigo crente religioso, e pese a sua condição militar, escusou-se nesse dia e circunstâncias a pedir dispensa da presença nesse acto oficial, na missa, tendo optado por permanecer no exterior e afastado de tão augustas personalidades. Assim se manteve durante o ofício religioso, na contemplação da natureza da ilha e de igual modo da natureza democrática dos governantes do novo regime. Até hoje e graças a Deus.
JB Barroca Monteiro
Lisboa, 10Abr04
O DEMOCRATE EXCELENTÍSSIMO de quem o PR se esquceu - aventuras nos Açores:
Expresso/Revista (carta nãopublicada,naturalm)
“AÇORES, ABRIL E DEMOCRACIA”
“Ainda se sente senhor dos Açores? – Nunca me senti senhor dos Açores”*
De presidente da AR a último romântico do 25 de Abril, um retrato público da segunda figura do Estado, naturalmente com relevância para as suas funções públicas, tal é a imagem proporcionada pela revista do Expresso* (27Mar04). Trinta anos depois do golpe militar que levou à instauração da democracia, vão assentando as figuras de marca do novo regime, entre as quais o mais antigo deputado da Nação, presidente da AR trinta anos após.
Não pode separar-se a condição humana e a personalidade de cada um dos seus comportamentos públicos, ainda e mesmo que no desempenho de actividades no governo democrático da sociedade. Razão de algum modo bastante para compreendermos alguma atitudes, alguns comportamentos. Como o de um determinado dia numa das ilhas dos Açores.
Quando no decorrer de uma visita do presidente da republica ao arquipélago no inicio da década de oitenta, o então presidente do governo regional não resistiu a manifestar a sua personalidade íntima perante o primeiro magistrado da Nação. Pelas oito horas da manhã e uma hora antes de uma missa incluída no programa oficial, irrompe no palácio de residência presidencial o responsável pelo governo local. O ajudante de campo, com aquela deformação profissional oriunda da disciplina e educação militares, não queria crer no que começou por ouvir e de seguida por ver.
Um jovem governante local, subindo desabridamente as escadas e com impropérios em voz alta, dando azo à sua indignidade perante o presidente da jovem republica democrática portuguesa. Exactamente o primeiro magistrado da Nação, que no final do dia anterior e após as cerimónias oficiais, ousara ter tido um encontro com um cidadão local das suas relações e que constaria do grupo de pessoas das ilhas não gratas do governante do arquipélago. Excitado e colérico pelo sucedido na noite anterior, talvez atingido na sua dignidade e autoridade locais com a forma de proceder do seu ilustre visitante, assim se iniciou esse dia de exercício do poder democrático. Pesem as palavras de apelo à calma da primeira dama ali presente e a impassibilidade de outros presentes, o senhor das ilhas assim iniciava esse novo dia do programa de estadia.
Contado por quem o viveu, um testemunho breve sobre a natureza humana e algumas das suas manifestações entre as elites politicas. Quanto ao ajudante de campo que o testemunhou, acabou pouco depois por acompanhar os dois ilustres políticos no automóvel que os transportou à capela para uma missa pública. Chegados ao templo, foram os dois participar no acto religioso na capela como dois bons cristãos.
Quanto ao ajudante de campo que mo contou, ainda que antigo crente religioso, e pese a sua condição militar, escusou-se nesse dia e circunstâncias a pedir dispensa da presença nesse acto oficial, na missa, tendo optado por permanecer no exterior e afastado de tão augustas personalidades. Assim se manteve durante o ofício religioso, na contemplação da natureza da ilha e de igual modo da natureza democrática dos governantes do novo regime. Até hoje e graças a Deus.
JB Barroca Monteiro
Lisboa, 10Abr04
O DEMOCRATE EXCELENTÍSSIMO de quem o PR se esquceu - aventuras nos Açores:
Expresso/Revista (carta nãopublicada,naturalm)
“AÇORES, ABRIL E DEMOCRACIA”
“Ainda se sente senhor dos Açores? – Nunca me senti senhor dos Açores”*
De presidente da AR a último romântico do 25 de Abril, um retrato público da segunda figura do Estado, naturalmente com relevância para as suas funções públicas, tal é a imagem proporcionada pela revista do Expresso* (27Mar04). Trinta anos depois do golpe militar que levou à instauração da democracia, vão assentando as figuras de marca do novo regime, entre as quais o mais antigo deputado da Nação, presidente da AR trinta anos após.
Não pode separar-se a condição humana e a personalidade de cada um dos seus comportamentos públicos, ainda e mesmo que no desempenho de actividades no governo democrático da sociedade. Razão de algum modo bastante para compreendermos alguma atitudes, alguns comportamentos. Como o de um determinado dia numa das ilhas dos Açores.
Quando no decorrer de uma visita do presidente da republica ao arquipélago no inicio da década de oitenta, o então presidente do governo regional não resistiu a manifestar a sua personalidade íntima perante o primeiro magistrado da Nação. Pelas oito horas da manhã e uma hora antes de uma missa incluída no programa oficial, irrompe no palácio de residência presidencial o responsável pelo governo local. O ajudante de campo, com aquela deformação profissional oriunda da disciplina e educação militares, não queria crer no que começou por ouvir e de seguida por ver.
Um jovem governante local, subindo desabridamente as escadas e com impropérios em voz alta, dando azo à sua indignidade perante o presidente da jovem republica democrática portuguesa. Exactamente o primeiro magistrado da Nação, que no final do dia anterior e após as cerimónias oficiais, ousara ter tido um encontro com um cidadão local das suas relações e que constaria do grupo de pessoas das ilhas não gratas do governante do arquipélago. Excitado e colérico pelo sucedido na noite anterior, talvez atingido na sua dignidade e autoridade locais com a forma de proceder do seu ilustre visitante, assim se iniciou esse dia de exercício do poder democrático. Pesem as palavras de apelo à calma da primeira dama ali presente e a impassibilidade de outros presentes, o senhor das ilhas assim iniciava esse novo dia do programa de estadia.
Contado por quem o viveu, um testemunho breve sobre a natureza humana e algumas das suas manifestações entre as elites politicas. Quanto ao ajudante de campo que o testemunhou, acabou pouco depois por acompanhar os dois ilustres políticos no automóvel que os transportou à capela para uma missa pública. Chegados ao templo, foram os dois participar no acto religioso na capela como dois bons cristãos.
Quanto ao ajudante de campo que mo contou, ainda que antigo crente religioso, e pese a sua condição militar, escusou-se nesse dia e circunstâncias a pedir dispensa da presença nesse acto oficial, na missa, tendo optado por permanecer no exterior e afastado de tão augustas personalidades. Assim se manteve durante o ofício religioso, na contemplação da natureza da ilha e de igual modo da natureza democrática dos governantes do novo regime. Até hoje e graças a Deus.
JB Barroca Monteiro
Lisboa, 10Abr04
Depois de ter demitido o incompetente...eu perdooo-lhe tudo!
Caro Nuno o homem também tem o direito a ter lapsos de memória, entretanto pediu desculpa ao
Presidente da Assembleia que a aceitou.